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Informações e cuidados básicos.
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Defesa das Serpentes

Quando um predador se aproxima, imobilidade e fuga são os mecanismos de defesa mais freqüentemente usados pelas serpentes. Mas elas têm um vasto repertório de comportamentos de defesa.
Algumas, se não conseguem passar desapercebidas ou fugir a tempo, oferecem a cauda ao predador, para salvarem a cabeça e o corpo. Outras se fingem de mortas, ou expelem secreções fétidas para provocar o desinteresse do predador. Muitas alteram sua forma, escancaram a boca, fazem movimentos rápidos ou armam o bote para intimidar ou assustar o predador.
O bote é empregado somente para caçar, ou quando o confronto com o predador é inevitável.
Spilotes pullatus Foto: © Otavio Marques Achatamento Lateral
Fazer-se passar por serpente maior. Comum nas serpentes arborícolas
Tomodon dorsatus Foto: © Ivan Sazima Achatamento Dorsal
Fazer-se passar por serpente maior. Comum nas serpentes terrícolas, aquáticas e subterrâneas.
Dipsas albifrons Foto: © Otavio Marques Triangular a cabeça
Fazer-se passar por serpente peçonhenta.
Oxybelis fulgidus Foto: © Paulo Bernarde Escancarar a boca
Mostrar-se perigosa para afugentar a ameaça.
Não temos essa foto, ainda. Se você tiver uma foto ou filme e quiser colaborar, entre em contato pelo e-mail getid.serpentes@gmail.com Movimentos erráticos
A intenção é confundir o animal que a ameaça.
Gomesophis brasiliensis Foto: © Ivan Sazima Esconder a cabeça
Proteger a parte mais frágil de seu corpo.
Tropidodryas striaticeps Foto: © Giuseppe Puorto Levantar a cauda
Atrair a presa.
Crotalus durissus   Foto e Filme: © Giuseppe Puorto Chacoalhar a cauda
Avisa que está atenta e pronta para atacar, se a ameaça não se afastar.
Liophis poecilogyrus Foto: © Ivan Sazima Descarga cloacal
As fezes são muito mal cheirosas,
e a serpente fica mais ágil para a fuga.
Bothrops jararaca Foto: © Ivan Sazima     Filme: © Giuseppe Puorto Dar o bote
A serpente lança a parte anterior do corpo, ataca com golpes de cabeça e mordidas, e volta rapidamente à posição inicial. O alcance do bote é de 1/3 do comprimento da serpente. Ela é capaz de dar vários botes seguidos, e se for peçonhenta pode inocular veneno a cada mordida.

Fontes:

  • Serpentes da Mata Atlântica - Guia Ilustrado
    Marques, O. A. V.; Eterovic, A.; Sazima, I. - Editora Holos, 2001
  • Site do Instituto Butantan - Museu Biológico
    Giuseppe Puorto
  • Site do IBAMA - RAN